Duas “Aranhas” ….?

Aranha 2

Aranha 2

 

Após muita confusão entre posts e blogs sobre fechamentos, aberturas e afins, venho por fim esclarecer de uma vez por todas as questões mal interpretadas e por vezes divulgadas sem o devido fato confirmado, e gerando assim uma cadeia de informações desencontradas, na qual os prejudicados são os próprios escaladores.

Houve sim, há 2 anos atrás, uma espécie de ” incidente” com o proprietário do então conhecido setor “Aranha 2″, onde o mesmo não foi procurado para autorizar ou não o acesso aos blocos, e a poda de uma bananeira deu por encerrar qualquer negociação com o dono do local. Dois anos se passaram e a comunidade de escalada geral sempre lamentou a proibição do que  seria o melhor point para boulder em São Bento, algo que em meio a comentários, sempre houve uma esperança de uma nova conversa.

Baixada a poeira destes 2 anos, eu e o escalador residente em São bento, Cacá, resolvemos tentar uma nova negociação e apoiados por todos com quem conversamos a respeito, nunca ninguém se opôs até mesmo em uma nova negociação e a possível cobrança para o uso do local. Fomos recebidos pelo proprietário, explicamos a situação, a imensa importância do point para a escalada local e as devidas desculpas pelo ocorrido tempos atrás. Após todos os pontos esclarecidos, o proprietário nos esclareceu que seria uma decisão sem negociação e a cobrança para entrada não aconteceria, mas nos pediu uma semana para pensar e resolver por definitivo.

Neste meio tempo, foi divulgado via Blog, que o point já estava aberto e seria cobrado o valor de R$ 3,00,  mas que a comunidade local de São Bento se opunha a tal pagamento e que poderia dar precedentes para outros proprietários passarem a cobrar, algo bem relevante se pensarmos a longo prazo; o  problema todo é que com estas informações, outros blogs se apoderaram da informação ( errônea), e foi feita uma enorme confusão sobre setores e fatos já discutidos e resolvidos há anos atrás, pelo visto, por uma simples necessidade de colocar mais lenha na fogueira, algo totalmente desnecessário, uma vez que estávamos em meio uma negociação delicada.

Por fim escaladores locais de São Bento se reuniram e decidiram por manter o point fechado a ter que pagar, evitando assim problemas futuros ( decisão a qual nunca me opus ).

Decisão esta que levamos até o proprietário após esta semana de prazo, nos desculpamos pelo incômodo,  e que gostaríamos de manter um relação de paz e tranquilidade com todos os proprietários nativos de São Bento. Explicamos ainda, sobre os ganhos indiretos que os escaladores trazem a região, em forma de vendas e consumo de seus produtos em supermercados e restaurantes, pousadas, etc… mencionamos ainda uma proposta levantada pelo Eliseu Frechou, na qual, ao invés da cobrança por escalador, poderíamos nos mobilizar para levantar fundos e mão de obra para alguma benfeitoria na propriedade onde se encontram os blocos, além da possível manutenção das estradas de acesso a propriedade e boulders, uma ideia muito bem encontrada por alguém que já tem muita experiência nesta região e assunto, e a resposta oficial agora do proprietário foi a seguinte:

” Na verdade, resolvemos por vetar a entrada, sem a possibilidade de cobrança, pois a mesma seria complicada de administrar, mas que a presença e postura com esta visita e negociação fez com que eu passe a enxergar os escaladores com outros olhos, e agradeço a comunicação para podermos conversar no futuro” , disse Sr. Rinaldo.

Com esta decisão, apesar de não liberada, conseguimos apagar uma página mal entendida do passado e abrir os olhos de todos para o fato de que a “comunicação” sempre foi e será a melhor porta de entrada para novos points, que a postura dos frequentadores para com as “regras” locais é de extrema importância para manter os points abertos e que a internet tem o poder de comunicar e confundir ao mesmo tempo, se não utilizadas de uma forma construtiva.

A todos que tiveram a oportunidade de experimentar, mesmo que por pouco tempo o point, fica aqui a lembrança de um dos points mais incríveis do Brasil, o setor “suiça”.

 

Setor Suiça

Setor Suiça

Boas escaladas a todos e paz….

Belê

Parceria BELEPAD & STONE..

Linha Belepad & Stone

Linha Belepad & Stone

 

Mais uma remessa de crash pads BELEPAD,  modelo Classic, foi enviada para BH  como mais um produto da linha STONE para o estado que mais cresce na modalidade e na escalada em todas as modalidades.

Agora é colocar os crashs para ralar em cadenas por todo o estado de Minas Gerais.

Stone Pad

Stone Pad

 

 

Enquanto isso, por aqui entre uma session de cola  e outra com os crashs e ressolas ( protegido por máscara claro), o momento é de abrir e sikar alguns boulders e projetos novos e acompanhar o Ligeirinho que fez uma boa temporada estes dias, mandando vários boulders clássicos e hards da região.

 

Aranha

Aranha

 

Boas cadenas a todos nesta temporada incrível que está rolando…

Belê

Muito trabalho recompensado pelo visual…

Após a passagem do campeonato em Curitiba, Ubatuba e São Bento com o Daniel Woods, o que ficou foi é muito trabalho acumulado, principalmente com as ressolas, chegaram mais de 30 pares para ressola,  mais as aulas e vias na Casa de Pedra em São Paulo, crash pads encomendados, o que resultou foi uma semana internado na oficina para entregar todas as sapatas para a galera, afinal, as cadenas não podem esperar…

 

Oficina lotada

Oficina lotada

 

 

Muito trabalho

Muito trabalho

 

Mas, mesmo em meio a uma semana agitada de trampo, morar no meio das montanhas têm lá seus privilégios,  e ainda que eu esteja sem escalar devido a uma lesão que se recusa a me largar mesmo após 40 dias, uma escapadinha no fim de tarde ou acordar bem cedo para contemplar o visual espetacular que São Bento oferece, e estar com a galera em uma session, ou abrir e colar novas linhas é sempre uma perfeita renovação para qualquer tipo de trabalho, mesmo o frio intenso da serra e os dedos congelados na rocha evitaram de presenciar visuais como estes abaixo.

 

Mar de nuvens

Mar de nuvens

Bandeira

Bandeira

E já que nossa seleção brasileira nos deixou na mão no futebol e não soube levantar a nossa bandeira na Copa, levanto eu uma bandeira na escalada e para a escalada.
Boas escaladas .
Belê

Viuuuu…como se fazzzz….Daniel Woods

Woods em São Bento

Woods em São Bento

 

Fim de semana em São Bento foi para fechar a bateria de cadenas, competições muita comida de Daniel Woods, que após vencer duas competições importantes no EUA, veio ao Brasil para NorthFace de Boulder em Curitiba e deixou bem claro porque é considerado o top  em boulder, venceu em Ctba sem maiores problemas só não finalizando o último boulder, por ter um domínio típico de curitibanos, mas sua atuação deixou boquiabertos a todos presentes.

Na semana seguinte, eu, Nivea, Carlera, Paulinha, Rogebas e Minduim, fomos encarregados da chata tarefa de levá-lo a Ubatuba e depois para São Bento.

Em Ubatuba, ele realmente ficou alucinado com o contexto geral do local e pela qualidade e dificuldade dos boulders, e com era de se esperar, fez uma limpeza nos mais clássicos e hards bouders do pontão, além de deixar praticamente tudo resolvido em mais um projeto e se houvesse mais alguns dias por lá, com certeza a lista iria aumentar com certeza, mas a pele dele também destrói (Yesss) e um dia de praia e uma tentativa de surf vieram bem a calhar. Já nessa trip descobrimos seu segredo, 3 xicaras de café pela manhã, nada de comer durante o dia, zero de descanso entre as tentativas, mesmo em um V13  e se empanturrar de comida pela noite, sabe deus onde cabe tanta comida…

 

Dominando o V13

Dominando o V13

No sábado, já em São Bento, fomos direto para o Dia Santo, onde uma platéia e muitas câmeras o aguardavam para registrar a cadena em sua 3ª tentativa e em menos de 15 min, mais um V13  4 estrelas segundo ele.

Sem muito tempo a perder fomos para o Setor Bigode, e em 2 horas, praticamente todas as linhas estavam mandadas e  ainda o FA de um projeto, O The Power of Minduin, V13 e bora para mais uma session de massa non Stop do SR Madeira.

Independente dos boulders e graduações, Daniel Woods se montrou um escalador muito gente fina e ultra motivado, onde o que mais importa é a linha ou sua beleza, escalar com a galera e se divertir junto, com boa comida e boa vibe, mas para nós fica a imagem de tudo isso e um escalador muito completo, principalmente na rocha, muito forte, boa leitura e uma sintonia perfeita, obviamente aliada a muito treino, e vivenciar esta experiência, principalmente para o Carlera e para mim, que estamos a tanto tempo envolvidos com o boulder, foi muito motivante por saber que nossa visão ao graduar linhas difíceis, está bem acertada, já que houve somente uma decotação nos boulders e que em geral. o nível está bem forte segundo ele e estamos em um caminho bem próximo de encostar nas linhas mais “hards”.

Boas cadenas e “Hay que entrenar”

Belê

SOS Sapatilha na Gringa.

Ressolas Prontas

Ressolas Prontas

 

Além da enorme quantidade de ressolas que tem aparecido de todos os cantos do Brasil, principalmente de Belo Horizonte, onde a galera “rala” e põe a prova todos os modelos e marcas, a SOS vem recebendo sapatilhas de Natal até o Rio Grande do Sul, e para a minha surpresa, recebi uma encomenda de um pouco mais de longe, de logo ali da Suíça, prova do trabalho reconhecido além de terras tupiniquins. Em 2002, em Fontainebleau, o serviço já foi elogiado, agora com a nova oficina, formas e tempo disponível para um trabalho mais dedicado.

 

Galera de BH bombando

Galera de BH bombando

Suiça

Suiça

Com muito trabalho pela frente, para poder proporcionar a galera mais e mais cadenas em vista, a SOS está disponível agora em endereço para envio direto para São Bento do Sapucaí:

Caixa Postal 36

CEP 12 490-970.

São Bento do Sapucaí-SP.

Boas cadenas.

Belê

Família BelePad Cresce.

Família BELEPAD

Família BELEPAD

 

Há 10 anos atrás quando fabriquei o primeiro Crash pad nacional, não imaginaria que estava nascendo o primeiro de uma família que cresceu junto com a modalidade de boulder que explodiu por todos os cantos do mundo e do Brasil.

O nascimento de vários “filhos”, ou até chegar no Crash ideal, sempre veio com a nescesidade a cada modelo lançado, o aprimoramento sempre foi baseado no uso cosntante não só em meus projetos e escaladas, mas com o feedback por parte dos usuários BELEPAD. A Stone é referência para este processo, todos os usuários testaram arduamente os crashs e continuam lançando em sua linha de crashs em parceria com a BELEPAD.

 

Linha STONE

Linha STONE

Hoje a linha BELEPAD conta com 4 modelos:

  • O SDS : um crash pequeno desenvolvido a princípio para ser uma mochila/colchonete para as intermináveis horas dentro dos isolamentos em competições, mas veio bem a calhar como um crash para os sit dow starts, pequeno, leve e funcional, pode ser carregado dentro do crash padrão.

 

SDS

SDS

  • O Classic: o crash mais padrão e o que se atualizou com as tendências de material e funcionabilidade, confeccionado em peça única, evitando assim dobras, as quais evitam as indesejáveis quedas sobre as mesmas, causando as famosas torções de tornozelo, fivelas e metal com ajuste e desengate rápido,  e aba protetora para as alças.

 

Classic

Classic

 

Aba das alças

Aba das alças

 

Fivelas em metal

Fivelas em metal

O BIG: o maior crash do mercado mundial, apesar de sua aparência exagerada, foi testado nas trilhas de acesso masis exigentes do Brasil e resultou em um ótimo motivador quando a queda exerce um fator psicológicamente estressante, pode ser dividido em 2 partes, cada uma delas com uma alça, e a junção é feita com um corte na diagonal, encaixando prefeitamente quando aberto.

 

BIG

BIG

 

Encaixe diagonal

Encaixe diagonal

  • O GYM:  O crash ideal para ginásios e paredes caseiras, possui velcro em todas as laterais superiores, para junção de todas as peças com uma tira superior, e alças para manuseio nas laterais.

 

Gym

Gym

Com a linha completa, as cadenas está nas mãos dos usuários, uma vez que na parte que diz respeito a segurança, os pousos e decolagens estão devidamente garantidos.

Os preços e medidas dos crashs são:
SDS: R$ 150,00 dimensões: 1,00m x 1,00m x 2,5cm.
Classic: R$ 480,00 dim. : 1,50m x 1,00m x 10cm.
Big: R$ 980,00 dim. 1,95m x 1,25m x 13cm.
Gym: R$ 1.200,00 dim.: 2,00m x 1,30 x 25cm.
Toda a linha é feita sob encomenda.

Bons vôos…

André “Belê”

BelePad training center…

Parede pronta

Parede pronta

 

Após meses de trabalho árduo dedicados desde á cavar buracos na terra, pintar paredes, isntalações elétricas e afins domésticos para se estabelecer em nossa nova moradia em São Bento, por fim e com um certo atraso no cronograma, inauguro minha própria parede de escalada e centro de treinamento com o detalhe de ter ao redor um dos melhores points do Brasil para a escalada em rocha.

 

teto na garagem

teto na garagem

Desde 1996, quando me mudei para SP, sempre trabalhei na 90º e na Casa de Pedra, locais que me deram o conhecimento fundamental para se construir e treinar acompanhando a evolução da escalada nos últimos 18 anos, nesse meio tempo, muitas pessoas me questionavam por que eu não ter meu próprio ginásio de escalada, e sempre respondi que somente uma paixão além da conta bancária levam alguém a assumir tal responsabilidade ciente de um retorno financeiro incerto, pois bem, vontade sempre tive, mas com o passar dos anos percebi que um local menor e com a mínima infra-estrutura viável seria a melhor opção, o projeto ficou guardado por muito tempo até que a ocasião  atual e planejada de mudar para São Bento se concretizou e com ela uma parede de escalada e um centro completo foi concebido.

 

Session de inaugaração

Session de inaugaração

A idéia de se montar uma parede em um local tão cercado de vias e boulders na rocha parece ser incompatível a princípio, mas tenho minhas raizes da escalada na rocha, porém após 157 competições ao longo de 18 anos, me direciona novamente a querer estar presente no circuito de competições, e para isso, estar treinando na resina é algo indispensável, uma especificidade mais que comprovada.

 

Campus board

Campus board

 

Argolas

Argolas

 

Escada Backar

Escada Backar

 

Finger Board

Finger Board

 

Slack

Slack

 

Finger 2

Finger 2

 

Obviamente, muitas mudanças em relações a forma de treinamento a qual vou implantar para este ano atendem a conexão com a rocha e possibilidade local de uma linha de treinamento mais alternativa é o que a torna tão motivante, uma infra básica contendo uma parede de 4,40 x 4,80 mts, conjugado com um teto de 5 mts, escadinha Backar, Campus e finger Board, argolas, Slack line, e uma série de “apetrechos” que se tornaram muitpo interessantes e eficazes para o treino de escalada ultimamente, e uma delas é o meu mais novo ” musculation holds Tabajara”, um sistema muito moderno para realizar exercícios específicos para cada tipo de pega em agarras, e como pode ser visto na foto, as anilhas são de última geração.

 

Musculation Tabajara

Musculation Tabajara

O centro oferece agora uma ponte para a galera que queira fazer algum tipo de de estágio, treinamento ou clínica , e a partir de março estarei abrindo incrições para clínicas com duração de 5 dias, uma vez por mês, seja elele seu objetivo uma via ou boulder em rocha, aprimoramento técnico/físico ou o foco voltado para competições, com certeza o CENTRO DE TREINAMENTO BELÊPAD é uma boa opção, e de quebra aproveitar um café com torta Holandesa no café da praça fazem parte do treinamento.

Agradecimentos a Nivea, Paulinha e Carlera, Moleza e Felipinho e pela parceria com a GRINGA AGARRAS que compõem 100% das agarras além do campus, e dos 2 modelos novos de finger e slack line.

Bons treinos e escaladas.

André Belê

2010 de climb e SOS Full .

Oficina cheia

 

2009 termina com uma escalada de fim de tarde e 2010 começa também sem deixar de escalar apesar da chuva castigar São Bento. Mas com a presença de Felipinho e Cesinha, rolou um climb de fim de temporada, sem stress, só pra relaxar  e curtir a vibe local.

 

O incrível Virilha Completa V11

Com o rolê por MG a trabalho e escalada quando a chuva deixava, houve tempo para arrecadar as sapatas da galera para começar o ano com a oficina cheia de trampo, muitos clientes novos graças à boa divulgação da galera de BH e algumas velhas conhecidas retornaram para mais uma ressola para começar o ano de sapatas novas e cadenas novas.

 

Ressolas prontas pras cadenas de 2010.

Em meio aos trampos e comilança, vários boulders foram abertos estes dias, o Calibre 12 V10, no setor Aranha 1, o Virilha Completa V11 e no setor Akira, mais 6 boulders entre V2 e V6 foram apresentados a galera local.

 

dsc03166

Assim começa 2010, bastante trabalho, muita escalada e amigos reunidos para boas e motivantes sessions de boulder.

Um ótimo ano pra todos repleto de muita escalada.

André “Belê” Berezoski.

” O Dia Santo” na íntegra.

Após concorrer no Fetival de filmes de montanha no Rio, Eduardo Levy disponibilizou o filme na internet, onde para nossa surpresa, houve uma enorme visitação, sendo visitado por vários sites gringos. Não é a toa que houve tamanha repercução, afinal se trata de uma revolução na forma de gravaçõe e edição, deixando de lado um pouco da velha forma tradicional de fazer filmes de escalada, já que todas as novas produções gringas trazem uma infinidade de recursos que deixam um bom filme muito mais atrativo do que só a escalada retratada. E foi com essa visão que Dudú, que trabalha neste ramo já faz um bom tempo, que resolveu adotar as mesmas técnicas em uma produção nacional.

 

 

20091215_184947_m1

http://vimeo.com/8192922

 

Um filme curto, de 11 minutos apenas, mas onde conseguimos retratar as dificuldades, não só da escalada, mas de todo o cotidiano de quem se propõe a sobreviver da escalada no Brasil,em meio a toda agitação de SP, a motivação veio aliada com toda a experiência do Dudu, que conseguiu realizar um excelente trabalho.

Em meio as imagens e legendas, a idéia principal sempre foi a de passar ao público, uma das escaladas mais bonitas e difíceis já realizadas em meus 18 anos de escalada, uma vez que a graduação sempre veio em último plano, sugerir a proposta, vejam bem, “proposta” de V14, veio em uma fase onde o boulder está em alta, com novos points por todo país e muita gente forte neste cenário, esta proposta veio após a cadena dos “bacanas SDS” v13 até então confirmado  por sua repetição do Carlos Mitchel o ” Carlera”, e após tentativas de nomes consagrados da escalada nacional.

Mas como correm os comentários nos bastidores, venho a lembrar que em nenhum momento afirmamos ser um V14 sólido, baseado em 18 anos, contato com a escalada mundial e com a cadena de Leandro Pardal, e se trata de algo mais duro já realizado por nós até então, uma opção pessoal para esta proposta, que  permanece até a sua repetição  não só de um mas de vários escaladores que possuem nível para sua realização, bastam apenas tentativas, e uma vez repetido e regraduado, a escalada está em constante mutação, um grau abaixo do proposto significa um bom amadurecimento da escalada nacional.

Com este video a idéia é que fica é da escalada e seus sacrifícios acima de qualquer legenda com V para cima ou V para baixo, a escalada levada a fundo simplesmente pela eterna motivação que não deixa de existir após tantos anos na ativa.

Boas escaladas e aproveitem as imagens.

André Berezoski

Fim de ano de Campeonatos.

Após 17 anos do lado de dentro das áreas de isolamento, este ano dei um descanso das competições e do circuito nacional para a adaptação do novo estilo em São Bento, oportunidade tremenda para poder aplicar todos os anos trabalhando com Route Setter dentro dos ginásios, e apresentar novas idéias e experiências adquiridas em competições internacionais.

 

Route Setter ( competidor de férias)

Dia 28 de novembro aconteceu a última etapa do campeonato brasileiro que contou com o incrível recorde de participantes no master de “4″ atletas…..algo desanimador até na hora de montar as vias, mas como houveram escaladores e organizadores dispostos pela etapa, a mesma aconteceu com a categoria amador com a vitória do pequeno Rafinha, Cesinha e Tais e Janine empatadas na primeira posição. Missão cumprida com aproveitamento das vias com o vencedor fazendo top no master e no Amador,só no feminino q rolou super final.

Passada esta competição,  a direção foi a de BH, para aproveitar um pouco a semana de escaladas locais em Sabará e começar o trabalho de abertura de vias da final do Mineiro na Rokaz. trabalho duro, uma vez que as paredes do ginásio são bem fortes de inclinação e por não estar perto do nível dos escaladores locais, mas no final Jean quase finalizou a via e foi o único que teve a oportunidade de se balançar no módulo móvel do teto. No feminino a vitória ficou com a revelação de 14 anos Mariana Gomes. Muito grato pelos elogios pelas vias da comunidade mineira com direito a autógrafo de escovinha de escalador local….

 

dsc03123

 

 

 

 

 

 

 

Jean balançando.dsc03115

 

Mais uma semana esperando uma janela nas chuvas que simplesmente abrangem todo o Brasil, deixando os escaladores na fúria das escaladas, mas na segunda a noite rolou um climb e graças a “Vibe” ( gerador elétrico com holofotes da galera Stone) saiu a cadena do Motricidade fina e Potencial de ação, dois V11 hards, na minha opinião.

 

 

Ainda esta semana, acontece na 6ª em Varginha-MG, mais uma palestra e abertura de uma competição de boulder local.

Agenda cheia de trabalhos, mas muito satisfatória por poder compartilhar de escaladas, campeonatos, informação e toda a vibe local de todos os points visitados.

Boas escaladas ( se a chuva deixar)

André Berezoski